O governo deverá realizar, ainda neste ano, por meio do Ministério dos Direitos Humanos com a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, uma cerimônia para pedir desculpas, oficialmente, para as famílias das 413 pessoas desaparecidas durante a ditadura militar.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, além do pedido de desculpas, que deve ser realizado em abril, as famílias de desaparecidos devem receber certidões de óbito retificadas, com a causa da morte como “não natural; violenta; causada pelo Estado Brasileiro no contexto da perseguição sistemática à população identificada como dissidente política do regime ditatorial instaurado em 1964”, seguindo atualização determinada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Dentre as vítimas da ditadura está Rubens Paiva, ex-deputado assassinado pelo regime militar e retratado no filme “Ainda Estou Aqui”, que rendeu o Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar para Fernanda Torres.
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