O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, afirmou, em delação homologada pela Polícia Federal, que os empresários Luciano Hang, dono da Havan, e Meyer Nigri, fundador da Tecnisa, tiveram participação no plano não concretizado de golpe em 2022.
Segundo Cid, os empresários teriam pressionado o então presidente Jair Bolsonaro a fazer com que o Ministério da Defesa produzisse um relatório “mais duro” sobre as eleições, de modo a “virar o jogo” e impedir o então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva de assumir a presidência.
A delação ainda aponta para o deputado federal Eduardo Pazuello (PL-RJ) como um dos parlamentares a favor de um golpe de Estado.
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Marisa Serrano debate sua trajetória com a presença de mulheres tucanas no Café com Política

Com PEC aprovada, guardas municipais podem ser chamadas de Polícia Municipal

Adriane Lopes veta projeto que aumentaria transparência em contratos e convênios

Prefeita veta projeto que proíbe multas de trânsito por câmeras em Campo Grande

Paulo Duarte sinaliza possibilidade de ir para o PSDB

Gerson Claro mantém nome disponível para o Senado até abril

Por unanimidade, STF nega prisão domiciliar a Bolsonaro

Áudio: 'inimiga', diz coordenadora de CRAS em críticas a número 2 da SAS em Campo Grande

André Puccinelli diz 'negociar alianças', mas que MDB terá chapa completa em 2026


Luciano Hang, dono da Havan, e Meyer Nigri, fundador da Tecnisa (Foto: Reprodução )



