O ministro Carlos Marun, figura de comando do MDB local, confirmou ao JD1 Notícias, que a senadora Simone Tebet, colocou ao grupo muitas dificuldades em aceitar substituir André Puccinelli, como candidata ao governo, mas que isso deve ser revertido.
Segundo o ministro, "Simone estava focada a nível nacional, galgando posições importantes no Senado e de repente muda tudo, realmente não é fácil”, analisou.
Ele relatou ainda a preocupação com o fato de que quem fazia toda a articulação está fora do jogo, e o pior, preso. E que Simone "viu dificuldades de ratificar e rearrumar tudo que estava sendo desenhado em poucos dias”.
Confusão
O MDB apertou o cerco esta manhã, para que a senadora Simone Tebet se mantenha como candidata a governadora na convenção de amanhã.
Uma reunião realizada no centro de triagem da capital serviu para dois fins, o primeiro, para dar-se declarações de que a candidatura estava mantida, o que não era realidade naquele momento. O segundo, já de volta a realidade e dentro do presídio, para analisar a gravidade da situação e para tentar sustentar a postulação do partido.
Militantes, como o gerente da Funai na capital, Paulo Rios, afirmaram que a base "continuará firme com o partido" e que ela seguirá a indicação de André".
Lideranças da legenda sustentam o discurso do "agora vai", sem nenhuma declaração formal da senadora até o momento.
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Marum acredita que a "hesitação deve ser revertida" (Reprodução/internet)



