Durante reunião nesta segunda-feira, feriado do Dia do Trabalho, com ministros e parlamentares da base aliada para discutir estratégias para a aprovação no Congresso das reformas trabalhista e da Previdência, o presidente Michel Temer decidiu retaliar deputados considerados infiéis ao governo.
De acordo com reportagem do jornal Estado de S. Paulo, o governo decidiu exonerar pessoas indicadas por parlamentares da base aliada que votaram contra o governo em projetos importantes, como a reforma trabalhista, como forma de pressionar a base a aprovar a reforma da Previdência.
O Diário Oficial da União desta terça-feira (2),trouxe uma série de exonerações, sem detalhes sobre os motivos. O Palácio do Planalto tem levantado caso a caso a situação dos partidos e deputados que votaram contra o governo na reforma trabalhista para tentar reverter votos contrários, e admite estender "por alguns dias" o cronograma da reforma da Previdência para não correr riscos, de acordo com fontes palacianas.
A votação da reforma previdenciária na comissão especial da Câmara, inicialmente marcada para esta terça, foi adiada para quarta-feira.
Participaram do encontro no feriado, entre outros, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles; o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); e o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), além do relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), segundo o Portal do Planalto.
Reportar Erro
Deixe seu Comentário
Leia Também

Marisa Serrano debate sua trajetória com a presença de mulheres tucanas no Café com Política

Com PEC aprovada, guardas municipais podem ser chamadas de Polícia Municipal

Adriane Lopes veta projeto que aumentaria transparência em contratos e convênios

Prefeita veta projeto que proíbe multas de trânsito por câmeras em Campo Grande

Paulo Duarte sinaliza possibilidade de ir para o PSDB

Gerson Claro mantém nome disponível para o Senado até abril

Por unanimidade, STF nega prisão domiciliar a Bolsonaro

Áudio: 'inimiga', diz coordenadora de CRAS em críticas a número 2 da SAS em Campo Grande

André Puccinelli diz 'negociar alianças', mas que MDB terá chapa completa em 2026






