Uma criança de apenas 2 meses, e mais quatro pessoas morrem por covid-19 na última em Mato Grosso do Sul. Os dados são do último boletim epidemiológico da SES (Secretaria Estadual de Saúde). O bebê, se trata de uma menina, de Corumbá, e problemas de saúde não foram relatados à secretaria. Atualmente, o Estado contabiliza 23.320 casos confirmados e 159 óbitos em 2023.
Conforme os dados, as vítimas são uma mulher de 87 anos (Ivinhema), com doença cardiovascular e respiratória crônicas; um homem de 92 anos (Paranhos), sem problemas de saúde relatados; uma mulher de 82 anos (Três Lagoas), com diabetes e hipertensão; e uma mulher de 89 anos (Terenos), com doença neurológica crônica e hipertensão.
Somente na última semana, 108 novos casos da doença foram detectados em MS.
Imunização
Ao todo, 38,3% (115.204) do público de 5 a 11 anos recebeu a segunda dose dos imunizantes e 67.564 (22,4%) está em atraso. Já no público de 12 a 34 anos, a dose de reforço foi dada em 542.326 pessoas, ou seja, 54,1%. Apesar do número, 215.431 (21,5%) pessoas não se vacinaram contra a doença.
Na faixa etária mais velha, de 35 anos ou mais, 26,9% do público recebeu a vacina (353.974). A segunda dose de reforço está atrasada para 52,6% ( 692.624).
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 e acompanhe em tempo real todas as notícias. Para baixar no IOS, clique aqui. E aqui para Android.
Deixe seu Comentário
Leia Também

MPMS abre investigação sobre negativa de tratamento cardÃaco por plano de saúde

Campo Grande passa a usar raio-X com Inteligência Artificial para diagnóstico rápido de HIV

Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no paÃs, em 2026

Tratamento metabólico ajuda empresária a perder 14 kg em Campo Grande

Doação de órgãos de enfermeira vÃtima de feminicÃdio salva três vidas

Com chegada do frio, SES alerta para possÃvel aumento de casos de gripe em MS

Humap-UFMS promove programação especial pelo Dia da Mulher com foco no bem-estar

Vacina brasileira contra a dengue mantém eficácia por até 5 anos


Exame de covid (Reprodução)



