O filho de Josué Ramos Tenório, morto na chacina em um bar de Sinop, cidade localizada no interior de Mato Grosso na tarde de ontem (21), contou que o pai tinha parado no local do crime apenas para assistir o grupo que jogava sinuca.
De acordo com o já informado pelo JD1, Josué era morador do município de Fátima do Sul. Familiares dele ainda residem na cidade do interior de Mato Grosso do Sul, onde inclusive um cunhado da vítima tem um bar.
Para o G1, Cícero Dias - filho adotivo da vítima -, contou que o pai morava em Rondonópolis e que, eventualmente, viajava de carro até Sinop a trabalho. Ele era empresário e vendia frutas junto com a família.
“Ele e outras pessoas não tinham nada a ver. Foi uma crueldade, uma situação desumana. Nem caiu a ficha ainda. É um monstro quem faz um negócio desse”, disse Cícero.
Ainda conforme o relato, assistir aos jogos era o lazer do pai. “Ele sempre ia ao bar, gostava de assistir, acompanhar o pessoal jogar. Ele nem estava jogando, estava assistindo. Nossa família está arrasada, todos sem entender”, ressaltou.
Josué, que também era conhecido como “Zué”, deixa a esposa e quatro filhos, dois dos quais adotivos.
O caso – Sete pessoas foram assassinadas por Edgar Ricardo de Oliveira, de 30 anos, e Ezequias Souza Ribeiro, de 27 anos, após os dois perderem uma partida de sinuca valendo dinheiro.
Seis homens e uma adolescente de 12 anos foram mortos. O site Só Nótícias de Sinop divulgou a lista de pessoas assassinadas. Veja abaixo:
Elizeu Santos da Silva, 47 anos, Orisberto Pereira Sousa, 38 anos, Adriano Balbinote, 46 anos, José Ramos Tenório, de 48 anos, o dono do bar Maciel Bruno de Andrade Costa, de 35 anos, Getúlio Rodrigues Frazão Junior, de 36, e sua filha, de 12 anos.
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