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Maduro reclama de cinco países europeus por suas opiniões sobre opositora

O chefe da diplomacia venezuelana respondeu a estes governos que criticaram a medida contra Lilian Tintori

04 setembro 2017 - 17h45Agência Brasil

O governo do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, entregou nesta segunda-feira (4) notas de protestos formais a diplomatas da Alemanha, Espanha, França, Itália e Reino Unido por suas opiniões sobre a proibição de saída do país imposta à opositora Lilian Tintori.

"Tivemos que fazer esta convocação urgente dada a intromissão destes embaixadores e dos seus governos nos assuntos internos da Venezuela", disse o chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, após uma reunião na qual repassou o protesto de seu governo aos embaixadores dos países europeus.

O chefe da diplomacia venezuelana respondeu a estes governos que criticaram a medida contra Lilian Tintori, esposa de Leopoldo López, líder opositor preso, defendendo que a proibição corresponde à correta atuação do sistema de justiça venezuelano.

"Entregamos uma nota de protesto formal, enérgica, contundente pelas suas intromissões, pelas suas condutas na Venezuela", declarou Arreaza. Ele criticou ainda que os embaixadores de Alemanha, Espanha e Itália inclusive acompanharam Lilian  até o aeroporto de onde partiria para uma excursão para reunir-se com governantes europeus.

"Dissemos que (...) se a intenção é levar as relações diplomáticas a outro nível, e espero que não seja assim, a Venezuela...  está disposta a tomar a decisão que corresponda", ressaltou o chanceler.

Detenção e confisco

Tintori foi retida pela polícia neste sábado, quando tentava completar os trâmites de migração, com uma ordem do Ministério de Interior para confiscar seu passaporte por solicitação do Ministério Público pela investigação que começou após as autoridades encontrarem 200 milhões de bolívares (US$ 60 mil, na taxa oficial) em dinheiro em seu carro.

A opositora planejava reunir-se com o presidente francês, Emmanuel Macron, o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy; a chanceler alemã, Angela Merkel; a primeira-ministra britânica, Theresa May; e o premiê italiano, Paolo Gentiloni.

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