Durante o período da Olímpiada Rio 2016, o Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde Nacional (CIOCS), do Ministério da Saúde, registrou 11.235 atendimentos dentro e fora das instalações olímpicas, estádios e outros locais de grande concentração de turistas.
Deste total, 10.157 foram atendimentos clínicos, 932 traumas, 30 atendimentos de doenças de notificação compulsória e 365 remoções para unidades de saúde. Os números foram bem menores (metade) do previsto, inicialmente, que era de 22 mil atendimentos médicos.
Durante a última edição dos Jogos Olímpicos, em Londres, foram realizados 11.300 atendimentos médicos dentro das instalações olímpicas.
OMS
O Comitê de Emergência sob o Regulamento Sanitário Internacional felicitou o Brasil, nesta sexta-feira (2), pela aplicação bem-sucedida de medidas de saúde pública adequadas durante os Jogos Olímpicos.
Durante reunião do Comitê de Emergência, a Organização Mundial da Saúde (OMS) ressaltou que, até o momento, não houve relatos de casos confirmados de vírus Zika, tanto entre atletas como entre as pessoas que foram ao evento. Segundo a organização, a falta de casos apoia as conclusões da avaliação dos riscos em relação aos Jogos Olímpicos.
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