O presidente de a República, Michel Temer, começa a punir aqueles que foram infiéis durante a votação do processo por parte do Supremo Tribunal Federal (STF) na última quarta-feira (2) na Câmara em Brasília (DF).
A vítima de agora foi o superintendente do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) em Santa Catarina, o engenheiro Vissilar Pretto. De acordo com a matéria da Folha de São Paulo, Pretto ocupava o cargo desde abril de 2014 apadrinhado pelo deputado Jorginho de Mello (PR-SC). A portaria com a exoneração foi publicada nessa sexta-feira (4) no Diário Oficial da União.
Fontes do Palácio do Planalto confirmaram que a decisão é uma retaliação a deputados da base aliada que votaram a favor da denúncia por corrupção passiva contra Temer pela Procuradoria - Geral da República.
Dos 39 deputados do PR, nove foram contra o relatório que recomendava a rejeição da denúncia. “ Sou a favor de toda e qualquer investigação. Peço vênia a meu partido e voto não ao relatório “, disse o deputado no plenário na quarta-feira.
Depois da vitória do governo na Câmara, os diretores do PMDB cobraram uma recompensa pela fidelidade demonstrada durante a votação através do placar de 263 votos.
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