Questionado sobre a demora da edição da Medida Provisória que almenta o salário mínimo, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, disse, nesta sexta-feira (6) que o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, vai dar esclarecimentos sobre o tema no início da semana que vem.
Segundo Rui Costa, o represamento no pagamento das aposentadorias durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) era uma “estratégia financeira de conter pagamentos”.
Ele disse que, como foi liberado um contingente grande no pagamento de aposentadorias no segundo semestre do ano passado, principalmente após as eleições, o represamento não poderia ser de dificuldade de fluxo administrativo.
“Se fosse uma dificuldade administrativa, não haveria como liberar um fluxo gigantesco como foi liberado após as eleições”. Isso porque o valor das aposentadorias é atrelado ao salário mínimo. O valor do mínimo previsto no Orçamento para este ano é de R$ 1.320.
O governo busca alternativas para conciliar o valor do mínimo com o disparo no número de aposentadorias, que não estava inicialmente previsto.
“O ministro Marinho, ministro do Trabalho, vai chamar vocês para um pronunciamento, senão hoje, na segunda-feira (9), sobre o assunto.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Bolsonaro é internado em UTI hospitalar com broncopneumonia bilateral

Justiça Eleitoral alerta para golpe que usa nome do TSE em mensagens no WhatsApp

Parlamentares começam a analisar dados de banqueiro investigado pela CPMI do INSS

Juiz aposentado é condenado a 24 anos de prisão por mandar matar colega no EspÃrito Santo

Ex-presidente passa mal e vai para hospital em BrasÃlia

Moraes autoriza operação da PF contra jornalista e entidades de imprensa reagem

Erika Hilton processa Ratinho por transfobia e pede indenização de R$ 10 milhões

CPMI do INSS aprova convocação de cunhado e ex-namorada de Vorcaro

Entenda o que são 'redpill' e outros termos de ódio contra mulheres


Ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa 



