Um ciclone bomba atingiu todas as regiões catarinenses na última terça-feira (30) com ventos superiores a 100 km/h, destelhando casas, derrubando árvores e postes e deixando mais de 1,5 milhão de imóveis sem energia. Nove pessoas morreram, outras nove se feriram e duas estão desaparecidas.
A Defesa Civil contabiliza os prejuízos e na quinta-feira o governo estadual decretou calamidade pública. O JD1 Notícias conversou com um jovem, natural de Campo Grande, que mora em Tijucas, a cidade mais atingida pela tempestade.
O corretor de imóveis e personal trainer campo-grandense, César Brittes, 25 anos, disse que a devastação foi “aterrorizante”. “O ciclone passou por volta das 16h da tarde. Quando sai do trabalho estava chovendo muito, ai começou a ventar forte, eu nem estava sabendo que ia passar um ciclone, então, quando olhei pela janela da sacada do meu apartamento eu notei que era um vento mais forte do que o normal”, comentou.
Conforme o personal trainer quando olhava pela janela de seu apartamento, ele via galhos voando com o vento forte e incomum. “Foi bem assustador, aterrorizante, nunca tinha visto aquilo”, disse.
Na cidade onde Cesar mora, três pessoas morreram. O presidente Jair Bolsonaro sobrevoou, no sábado (4), algumas das áreas mais atingidas pelo ciclone. Acompanhado pela vice-governadora Daniela Reinehr, por membros da equipe de governo e por parlamentares, o presidente usou um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) para verificar, do alto, os estragos na Grande Florianópolis, umas das regiões onde o fenômeno climática causou mortes e prejuízos econômicos.
Veja alguns vídeos do estrago que o ciclone fez no estado:]
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