Nesta segunda-feira (20), os servidores estaduais – administrativos da educação –, iniciaram uma greve por tempo indeterminado em Mato Grosso do Sul. Eles não aceitam o reajuste zero proposto pelo governo estadual, e pedem a incorporação do abono salarial e manutenção da carga horária.
O indicativo de greve havia sido deliberado no dia 7 de maio, e aguardava um posicionamento do Governo do Estado. Após as negociações sem avanço, os servidores decidiram pela greve. A iniciativa foi apoiada pela Federação dos Trabalhadores em Educação (Fetems).
Ao JD1 Notícias, o professor Jaime Teixeira, presidente da Fetems, disse que as principais reivindicações são: a incorporação do abono salarial, a manutenção da carga horária para os servidores da categoria, a reposição da regulação e convocação dos aprovados em concurso público.
O Tribunal de Justiça decidiu no sábado (18), que dois terços dos servidores deveriam continuar trabalhando para não prejudicar o expediente, sobre isso, Teixeira falou que ainda não foi notificado. “Assim, que houver a notificação, vamos nos pronunciar juridicamente sobre isso”.
Na página da rede social da Fetems, uma nota oficial observou pontos sobre a greve e deu apoio aos servidores. “Servidores(as) administrativos(as) também são educadores(as), pois, atuam diariamente junto aos estudantes, prestando-lhes os serviços de apoio necessários para o bom andamento das atividades curriculares”.
Em nota foi dito que os administrativos almejam valorização, condições de trabalho e melhoria salário.
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Escola Estadual Joaquim Murtinho (Reprodução/ Internet)



