Algumas imagens da antiga Campo Grande, dos anos 10, 20, 50,60 e 70 mostram como a cidade estava, após já alguns anos da instauração da Cidade. Apesar desta matéria não reunir imagens mais remotas, os cidadãos podem conferir as mudanças das últimas décadas da Capital que hoje completa 125 anos, de locais que conhecemos muito bem ainda hoje, e outros que deixaram de existir.
1. Faculdade [Dom Aquino de Filosofia, Ciências e Letras] em 1961/ Colégio Dom Bosco em 2024

2. Cine-teatro Alhambra na Afonso Pena em 1937/ Ed. Itamarati em 2024

3. Correios e Telégrafo

4. Clube Surian inaugurado nos anos 70/ Imóvel desativado em 2024

5. Catedral de São José

6. TV Morena inaugurada pelo Grupo Zahran em 1965/ 2024

7. Rádio Clube foi fundada em 1924, mas sua sede na Rua Padre João Crippa foi criada em 1941/ 2024
8. Praça do Rádio Clube 1961/2024
O local foi Praça da Diocese até efetivação de permuta com a Prefeitura para a construção do logradouro, em 1961. Em 26 de agosto de 1962, a Praça da República foi inaugurada e, em 1977, com a divisão do Estado, recebeu a denominação de Praça Presidente Ernesto Geisel. Em 15 de outubro de 1997, passa à denominação de Praça do Rádio Clube.
9. Colégio Auxiliadora 1926/ 2024

10. Aeroporto Internacional de Campo Grande 1953/2024

11. O relógio foi instalado pela primeira vez em 1933 na Rua 14 de Julho. Foi demolido na década de 1970, uma réplica foi erguida novamente em 1999 na Av. Calógeras/ 2024

12. Jardim Público em 1915/ Praça Ary Coelho 2023

Conforme o Sedesc, em 1909, a praça foi instalada como nome de Dois de Novembro; passando, em 1915, a ser reconhecida como Jardim, ou Praça Municipal. Na década de 1920, foi Praça da Independência e, no início dos anos 30, Praça da Liberdade. Em 1922, ocorre uma remodelação do local com canteiros, plantio de árvores e construção de um coreto e pérgula implantando-se, em 1925, o Pavilhão do Chá com a finalidade de diversificar o lazer na cidade. Em 1957, passa a funcionar ali a Biblioteca Municipal. O logradouro recebeu a denominação de Praça Ary Coelho em 1954.
Fotos: JD1, Arquivo IBGE e Maps
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Foto: André Moraes 



