O Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável da Região Central de Mato Grosso do Sul Central MS, presidido pela prefeita da Capital, Adriane Lopes, apresentou na terça-feira (24), as definições para a assinatura do Contrato de Programa para a aquisição e pagamento de uma usina móvel de pavimentação asfáltica e uma pá carregadeira.
A aquisição visa atender os municípios que compõem o bloco formado por Campo Grande, Sidrolândia, Jaraguari, Terenos e Dois Irmãos do Buriti.
A usina móvel de pavimentação asfáltica tem capacidade mínima de processamento de 60 a 80 toneladas/hora. O projeto terá investimento de R$ 5 milhões para a aquisição desses maquinários. Baseado em critérios técnicos, tendo como base a proporção da Receita Corrente Líquida dos municípios, Campo Grande vai destinar R$ 4 milhões, quantia correspondente a 80% do montante; Sidrolândia vai custear R$ 494,1 mil; Terenos, R$ 224,1 mil; Dois Irmãos do Buriti, R$ 156,6 mil e Jaraguari fará o investimento de R$125,2 mil.
O material utilizado e fabricado pela usina é de extrema qualidade e vai garantir agilidade no serviço de asfalto ou tapa-buraco. “Temos avançado nas tratativas, em busca de respostas rápidas e objetivas. A aquisição desses equipamentos é exemplo disso. Ter essa tecnologia à nossa disposição vai nos oportunizar maior agilidade nas entregas a custos menores para a população e para a gestão pública”, salientou a presidente do Consórcio Central MS e prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes.
Por meio de Emenda Parlamentar, a Senadora Tereza Cristina destinou mais R$ 1,4 milhão para a compra de uma vibroacabadora, máquina responsável por espalhar e nivelar o asfalto durante o processo de pavimentação.
“Estamos certos de que a união de esforços renderá muito frutos, impulsionando o desenvolvimento e beneficiando a todos”, ressaltou Wlademir de Souza Volk, prefeito de Dois Irmãos do Buriti.
Campo Grande vai ceder a área onde será instalada a usina. Uma nova reunião será agendada para o início de junho, quando será feita a assinatura do Contrato de Programa, documento que permite aos municípios realizarem o empenho da verba necessária e, posteriormente, a publicação do edital de licitação. Todo o processo, até a entrega dos equipamentos, deve levar cerca de quatro meses.
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Adriane Lopes e membros participantes do Consórcio Intermunicipal (Divulgação)



