Menu
Busca segunda, 25 de maio de 2020
(67) 99647-9098
TJ MS maio20
Cidade

Em 2018, número de notificações de dengue reduziu na capital

É o menor número nos últimos quatro anos, aponta boletim epidemiológico

02 janeiro 2019 - 18h33Da redação com informações da assessoria

Em 2018, Campo Grande registrou o menor número de casos notificados de Dengue dos últimos quatro anos. O saldo positivo é reflexo do trabalho de planejamento e estratégias adotadas pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) no combate ao mosquito Aedes aegypti ao longo dos últimos dois anos.

De acordo com a série histórica extraída do boletim epidemiológico da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV), de janeiro a dezembro de 2015, foram notificados 14.450 casos da doença. No mesmo período de 2016, foram 28.469 notificações, enquanto que em 2017 foram 3.190 casos. Em 2018 o número de notificações reduziu para 2.374.

Para o secretário de Saúde, Marcelo Vilela, apesar do saldo positivo é necessário que todos estejam conscientes e façam sua parte no controle e combate do mosquito, principalmente nessa época do ano onde os cuidados devem ser redobrados. “A instabilidade climática proporciona um aumento natural na proliferação do mosquito, que é potencializado pelo descarte ou armazenamento inadequado de materiais acumuladores de água e, consequentemente, traz riscos à população”, disse o secretário.

Veja o balanço:

Áreas em risco

Conforme os dados do Levantamento Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LiRAa) divulgado em novembro do ano passado,  27 áreas apresentaram índices superiores a 3,6% de infestação.

A área mais crítica é da UBSF Paradiso que abrange os bairros Monte Castelo, Seminário e Vila Nossa Senhora das Graças, com Índice de Infestação Predial (IPP) de 9%. Em maio, o IPP da área era menor que 2%, o que representa um aumento de mais de 6%.

As áreas das UBSFs Jardim Azaleia e Alves Pereira apresentam índice de 8.1%, seguidas da UBS Mata do Jacinto e UBSF Vila Fernanda com 6.7%, UBSs Universitário e Caiçara com 6.6%.

O levantamento revela ainda que 15,32% dos focos do mosquito foram encontrados em baldes, 14,74% em pneus, 11,56% em latas, 7,37% em tambor, 5,78% em caixas d’água e 5,35% em vasos de plantas.

Deixe seu Comentário

Leia Também

Cidade
Nova Lima começa a receber drenagem para novos 20km de asfalto
Cidade
Barreiras sanitárias da capital terão exames prontos em 10 minutos
Cidade
"Não vamos pagar a folha de julho", diz Pedrossian se ajuda federal demorar
Cidade
Capital terá Refis, sem multa, juros e correção
Cidade
Vídeo - campeonato de pipas gera aglomeração na periferia
Cidade
Sistemas informatizados dão mais segurança ao monitoramento do coronavírus
Cidade
Servidores da prefeitura retomam jornada de trabalho com mudanças
Cidade
Saídas de Campo Grande terão barreiras sanitárias na próxima semana
Cidade
Etapa final da 14 de Julho deve ser recapeada em uma semana
Cidade
Governo analisa antecipação de nove feriados em MS

Mais Lidas

Saúde
Brasil tem 23.473 mortes pelo novo coronavírus, diz ministério
Entrevista
Alexandre Magno, a nova voz do MP, ao vivo nesta terça
Política
Moro defende apuração de 'circunstâncias anormais' da exoneração de Valeixo
Brasil
Aeronáutica confirma 195 casos de coronavírus em escola da FAB