Segundo a FGV, o resultado mostra que, na percepção dos consumidores, as condições do mercado de trabalho pioraram no mês passado. Entre as quatro faixas de renda analisadas, a principal piora foi observada na segunda mais alta (entre R$ 4.800 e R$ 9.600): 7,7%.
Outro Ãndice da FGV, o Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), também mostrou resultado negativo em agosto. O indicador, que busca antecipar tendências do mercado de trabalho nos próximos meses, caiu 1,2%, a sexta queda consecutiva levando-o ao seu menor patamar desde maio de 2009.
O Iaemp é calculado com base na opinião de consumidores e empresários da indústria e de serviços. A queda foi provocada principalmente pelo otimismo de empresários de serviços em relação à tendência dos negócios nos próximos seis meses (-5,9%) e pela opinião dos empresários da indústria em relação à situação dos negócios (-2%).Reportar Erro
Deixe seu Comentário
Leia Também

Economia
Vendas no comércio crescem 0,4% em janeiro e igualam patamar recorde

Cidade
Engenheiro reforça protagonismo da alvenaria tradicional frente à construção industrializada

Economia
Indústria lidera geração de empregos e concentra 67% das vagas em MS

Economia
Vendas de Páscoa devem crescer 4,5% e movimentar mais de R$ 103 milhões na Capital

Economia
Páscoa deve movimentar R$ 335 milhões em Mato Grosso do Sul

Economia
Cesta básica fica mais barata em Campo Grande em fevereiro

Economia
Alta da atividade industrial em janeiro não compensa perdas acumuladas

Economia
Febraban alerta sobre golpe do falso gerente

Economia
Preços de flores e serviços de beleza variam até 214% para o Dia da Mulher, aponta Procon-MS

Economia

(Foto: reprodução) 



