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Economia

Bares e restaurantes deverão ter auxílio do Estado

Empréstimo seria feito pelo Banco do Povo, que já foi usado em gestões passadas

27 maio 2021 - 10h00Joilson Francelino e Gabrielly Gonzalez    atualizado em 27/05/2021 às 10h27

O plano de retomada econômica para bares e restaurantes continua em fase de elaboração. Previsto para ser apresentado no início do próximo mês, a expectativa do setor é grande para saber como os empresários serão atendidos após serie de reuniões com o setor público e privado, para discutir soluções.

O secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, adiantou nesta quinta-feira (27) que a intenção também é conceder ao empresariado uma espécie de auxílio emergencial. “Estamos trabalhando na área tributária para bares e restaurantes e também algumas linhas de crédito para fazer esse auxílio emergencial, então, esses são os dois trabalhos que estamos fazendo”, adiantou o titular da Semagro.

Verruck destacou que ainda não pode passar muitos detalhes, já que o plano ainda está fase de elaboração e “é preciso analisar o ponto de vista legal para ver se pode ser feita e também tem ainda projeto de lei, algumas delas necessariamente dependem de projeto de lei da Assembleia”.  “Vamos trabalhar conta de energia elétrica, conta de água, crédito e efetivamente em cima de ICMS, esse é o escopo”, resumiu.

Fontes informaram ao JD1 Notícias que a intenção do Governo do Estado é usar o Banco do Povo. Ainda segundo apurado, o motivo de usar o Banco do Povo para atender os empresários é exatamente o fato de eles estarem negativados e, assim, impossibilitados de abrirem crédito em bancos privado. R$ 10 milhões seria o dinheiro disponibilizado para o setor através do Banco do Povo.

Em Frente MS - Comandado pelo secretário de Infraestrutura, Eduardo Riedel, o movimento pela Retomada Econômica teve reuniões com vários setores para atuar de maneira assertiva e “salvar” quem movimenta a economia do Mato Grosso do Sul. “Não é momento qualquer. Em tempos diferentes, temos que encontrar saídas diferentes, e vamos ter que trabalhar também junto ao governo para adotar medidas específicas para os setores”, disse.

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