As vendas do setor de supermercados tiveram alta de 1,51% de janeiro a novembro, na comparação com o mesmo período do ano anterior, considerando os valores reais, ou seja, deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
Em novembro, as vendas em valores reais apresentaram queda de 0,23% na comparação com o mês de outubro e alta de 5% em relação ao mesmo mês do ano de 2015.
Em valores nominais, as vendas apresentaram queda de 0,05% em relação ao mês anterior e, quando comparadas a novembro de 2015, alta de 12,34%. No acumulado do ano, as vendas cresceram 10,15%, em valores nominais.
“O resultado acumulado foi melhor do que prevíamos, e isso nos favorece com otimismo maior para dezembro, época de maior venda do setor. Muitas pessoas estão deixando as compras de Natal para a última hora, com o objetivo de aproveitar algumas promoções. Portanto, já estamos avaliando nossa previsão de fechamento de vendas do ano, que estava em torno de 1,00%, mas que talvez registre um pouco mais”, disse, em nota, o superintendente da Abras, Márcio Milan.
Cesta de produtos
No mês de novembro, a cesta de produtos Abrasmercado registrou queda de 0,82% no preço, na comparação com o mês anterior, passando de R$ 484,67 para R$ 480,69. Já no acumulado dos últimos doze meses, a cesta apresentou alta de 10,43%.
A cesta é composta por 35 produtos mais consumidos nos supermercados: alimentos, incluindo cerveja e refrigerante, higiene, beleza e limpeza doméstica.
As maiores altas de preço no mês de novembro foram registradas em produtos como: cebola, açúcar, café torrado e moído, e papel higiênico. Já as maiores quedas foram nos itens: tomate, feijão, batata e queijo mussarela.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.717 em 2027

Em SP, Riedel destaca setor sucroenergético do estado e é elogiado por governador paulista

Confiança da indústria atinge menor nível desde 2020

Conta de luz sobe em MS e mecanismo pode empurrar custo para 2027

Impulsionado pela compra de presentes, Dia das Mães deve movimentar R$ 452,6 milhões em MS

Fiems critica fim da escala 6x1 e alerta para impacto bilionário

Show do Guns N' Roses aumenta ocupação hoteleira para 86% na Capital

Trabalhador gasta 53,7% da renda com cesta básica em Campo Grande

Governo aumenta imposto sobre cigarros para compensar isenção de tributos sobre biodiesel






