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Rogério Ceni indica mais adesões a manifesto e critica ideia de greve

30 setembro 2013 - 10h09Via Uol
Aos 40 anos, o goleiro são-paulino Rogério Ceni deverá se aposentar ao fim dessa temporada. Após a derrota para o Grêmio, no Morumbi, neste domingo, o capitão do São Paulo deixou o Morumbi falando sobre a reunião dos mais de 70 jogadores manifestantes do Bom Senso FC, que propõe mudanças no futebol brasileiro e afirmou que haverá número muito maior de adeptos ao movimento. Os atletas se reunirão nesta segunda-feira, em São Paulo, e Ceni falou sobre os pontos que serão discutidos.

"Vários assuntos serão abordados. É um movimento pacífico, de acolher ideias e definições. Eu não vou usufruir. Mas vocês vão se surpreender com o número de atletas que vão participar. Temos que repensar a forma de fazer o futebol brasileiro, ficamos um pouco para trás. Não estamos aqui para trazer benefícios apenas para os atletas. É para vocês [jornalistas], para a televisão, para transmitir jogos com mais qualidade. Não é necessário você jogar oito ou nove datas num mês se você pode jogar sete. E a gente tem noção do valor investido pela televisão", afirmou o goleiro, último jogador a deixar o Morumbi depois do revés pelo Brasileirão.

No São Paulo, além de Ceni, o volante Fabrício, o meia Jadson e o atacante Luis Fabiano assinaram o manifesto dos atletas, liderado pelo zagueiro Paulo André, do Corinthians, e pelo meia Alex, do Coritiba. Em nota oficial, os atletas entendem que o curto intervalo entre os jogos prejudica a qualidade dos jogos e, principalmente, a integridade dos jogadores. A reunião dos jogadores que contemplam o Bom Senso FC acontecerá nesta segunda-feira, em São Paulo.

Rogério Ceni ainda fez leve crítica à Federação Nacional dos Atletas (Fenapaf), que reclamou do manifesto dos jogadores por não ter procurado a organização antes de lançar o Bom Senso FC. Alfredo Sapaio, presidente em exercício da Fenapaf, disse à Rádio ESPN que quer propor greve para parar o Brasileirão em sua reta final.

"Ninguém quer fazer greve. Essa palavra não cabe. É um momento de diálogo, de tentar através do diálogo com a CBF, para que possa se pensar em um atleta não chegar aos 34 anos esgotado, para um jogo ter um padrão melhor. Quando só a classe ganha, não é movimento em benefício do futebol. Se não é possível conseguir isso de imediato, que a gente consiga botar num papel tudo que a gente deseja para que num próximo ano consiga ter todos os benefícios pra quem trabalha no futebol", acrescentou Ceni.

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