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Agressor de Bolsonaro agiu sozinho, diz Polícia Federal

Adélio Bispo atacou o presidenciável por discordar de seus discursos e propostas políticas

29 setembro 2018 - 10h19Da redação, com informações da Agência Brasil

A conclusão do inquérito da Polícia Federal encaminhado para o Tribunal de Justiça de Juiz de Fora (MG), aponta que o autor da facada que atingiu o candidato à presidência pelo PSL Jair Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira agiu sozinho no dia do crime por motivação política.  

“Ficou claro que o motivo da agressão era o inconformismo político de Adélio com os projetos políticos do candidato do PSL. A conclusão é que no dia desse ato, Adélio agiu desacompanhado de qualquer pessoa, não contou com a participação de ninguém”, disse o delegado regional de Combate ao Crime Organizado em Minas Gerais, Rodrigo Morais Fernandes, responsável pelo caso.

O ataque contra Bolsonaro aconteceu no dia 6 deste mês, quando o candidato fazia campanha na região central de Juiz de Fora. Adélio Bispo de Oliveira foi preso pela Polícia Militar e levado para a delegacia da PF na cidade mineira.

Após seu depoimento na audiência de custódia, Adélio foi interrogado mais três vezes pela PF no presídio em Campo Grande (MS). Também foram analisados um laptop, quatro celulares e dois chips apreendidos com ele além de sua conta bancária, e-mails e postagens em redes sociais. “As contas em nome dele não possuem nenhuma movimentação atípica, os ganhos que estão nas suas contas se sustentam. Não tinha grandes gastos, vivia de forma simples”, disse Morais.
 
Planejamento

Segundo Morais, Adélio teria começado a planejar o crime três dias antes, quando soube que Jair Bolsonaro estaria na cidade naquela data. Em um celular apreendido pela PF havia fotos de outdoors anunciando a chegada de candidato na cidade.

No dia 6, Adélio saiu da pousada onde estava hospedado com a faca embrulhada em uma folha de jornal escondida dentro do casaco e acompanhou a agenda do candidato durante todo o dia até o momento do atentado

Adélio deve ser ouvido novamente no inquérito conduzido pela Polícia Federal para apurar a participação de outras pessoas no crime. O candidato Jair Bolsonaro também deve ser ouvido neste inquérito.

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