Foi aberta oficialmente nesta sexta-fera (4) a Campanha do Maio Amarelo da Prefeitura de Campo Grande, durante a manhã foi realizada uma Blitz educativa na Avenida Afonso Pena onde foram distribuídos lixinhos para o carro e adesivos sobre a importância de se respeitar as regras do trânsito.
Neste ano o tema é “Nós somos o trânsito” e mostra que todos têm papel importante seja você motorista, motociclista ou pedestre. O movimento chega à sua 5ª edição e incentiva na sociedade discussões e atitudes voltadas à necessidade urgente da redução do número de mortes e feridos graves no trânsito.
Campo Grande, apesar de estar entre as cidades que vem reduzindo o número de mortes no trânsito – ainda tem muito a melhorar. De acordo com dados da Agência Municipal de Transporte e Trânsito, de 2011 a 2017 o número de acidentes com morte reduziu 46%.
Entretanto, somente no ano passado, foram registrados 2.270 acidentes, ocorrendo 70 mortes no período. Neste ano, já foram registrados 27 óbitos na área urbana e três na periurbana (anel viário – PRF), sendo as principais vítimas jovens de 18 a 25 anos e causas por velocidade excessiva ou inadequada.
Para o prefeito Marquinhos Trad, a única forma de mudar as estatísticas é a mudança de comportamento no trânsito. “A gente não consegue entender porque as pessoas poupam tanto para adquirir um carro ou uma moto e depois não o utiliza como meio de transporte, mas como uma arma. Nos preocupamos muito com as novas gerações. Por isso, temos trabalhado todos os meses do ano com as campanhas de educação e fiscalização feitas pela Agetran”, revelou.
Comandante do Batalhão de Trânsito, o tenente-coronel Alan Franco, ressaltou que o trânsito mata tanto quanto a guerra, e em sua maioria, são jovens.
“Este é um mês de reflexão, estamos em guerra, diariamente estamos perdendo vidas no trânsito. De cada 100 pessoas que morrem em Campo Grande, 40% são jovens, entre 18 e 30 anos. Estamos perdendo nossos jovens. O que queremos para nossa juventude? Temos que apoiar o poder público. Não avisar nas redes sociais onde há blitz, sabemos que é um incomodo, mas é o único mecanismo que temos de ação imediata para barrar essa violência. A única forma que temos de coibir a violência”, finalizou.
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