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Dona de Alf quer justiça depois de sacrifício no CCZ, “sem autorização”

Sesau emitiu uma nota contradizendo as alegações feitas pela tutora do cão

16 janeiro 2020 - 11h10Sarah Chaves    atualizado em 16/01/2020 às 11h12

O relato de Lana Scheibler contra o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) por sacrificar seu cachorro, Alf, comoveu a internet na manhã desta quinta-feira (15), em um post no grupo da Facebook, “Aonde Não ir em Campo Grande”.

Na postagem, ela conta que Alf fugiu de casa na manhã do dia 23 de dezembro de 2019, e após procurar em vários locais, o encontrou no CCZ. “Decidi no dia 26/12/2019 ir ao CCZ e tentar ajuda. Quando cheguei la um rapaz me levou até os alojamentos entrei em todos e felizmente ali estava ele dentro de uma gaiola (canil) com a coleira no pescoço”, alegou

Lana relatou também que não pode levar o cachorro com ela no instante em que o encontrou devido a burocracia do local."O moço me disse que não (sobre levar o cão), que eu teria que pagar uma taxa de resgate mais um microchip pois acionaram o CCZ e alegaram que ele estava avançando nos pedestres”, com a negativa a tutora de Alf afirma que fez o cadastro para pagamento.

“Em momento algum nenhum me informaram que eu teria um prazo de três dias para a retirada do cão, três dias! Infelizmente não tive dinheiro e nem meios de ir busca-lo, mas eu deixei todos meus dados e contatos achando eu que caso acontecesse qualquer algo que fosse de menor importância haveria um contato um simples contato para qualquer tipo de situação, mas infelizmente não houve nada”, relatou

Indignada Lana fala que foi pegar o cão no CCZ na quarta-feira (15), porém Alf não estava mais no local. “Para minha surpresa sacrificaram meu Alf, sem o meu consentimento, sem ao menos uma ligação sendo que ele ja tinha sido reconhecido e o mais absurdo e nojento foi que mataram meu cachorro sem ao menos um exame laboratorial”. De acordo com Lana a instituição realizou apenas um exame ocular antes de decidir que o cão não servia para adoção e que teria que ser sacrificado.

Ainda na publicação da jovem ela diz que tomará providencias na justiça. “Com as provas que tenho e com o boletim de ocorrência, vou mover um ação judicial, pois dessa vez não ficará empune”, escreveu.

Resposta da Sesau

O JD1 Notícias entrou em contato com  a assessoria de imprensa da Sesau Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), responsável pelo CCZ, que afirmou ter feito todo o procedimento necessário na tutela do cachorro de Lana.

“O animal em questão foi recolhido no dia 23 de dezembro, após denúncias de que ele estaria avançando nas pessoas que transitavam pela rua. Três dias depois a proprietária compareceu no CCZ para fazer o reconhecimento do animal, sendo informada de suas responsabilidades e prazo de três dias úteis para a retirada, retornando ao CCZ apenas 20 dias depois do primeiro contato”, diz em nota

De acordo com a Sesau, diferente do que relatado pela tutora, a instiuição realizou um diagnóstico para realizar o sacrifício de Alf. “Como o animal era agressivo, não podendo ficar com outros cães, e avançava também em humanos, ele tinha um comportamento incompatível para ser colocado à adoção, somado ao fato de receber o diagnóstico clínico de Leishmaniose - ele possuía feridas pelo corpo, aumento de linfonodos, anemia e emagrecimento - fatos esses que resultaram na eutanásia do animal”, declarou.

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