Greve geral dos funcionários dos Correios por tempo indeterminado foi decretada na noite de terça-feira (10), após assembleias serem realizadas em inúmeros estados brasileiros. A categoria luta pelo impedimento da redução dos salários e benefícios e também se colocam contra a privatização dos Correios, que em agosto foi incluído no programa de privatizações do governo federal.
Com relação aos benefícios, os funcionários querem que seja reconsiderada a retirada de pais e mães do plano de saúde, além de outros benefícios por melhores condições de trabalho que há luta para que não sejam retirados. A redução do salário é uma das principais reivindicações.
"A decisão foi uma exigência para defender os direitos conquistados em anos de lutas, os salários, os empregos, a estatal pública e o sustento da família", afirmou em nota a Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect).
Em nota em sua página na internet, a federação informou que a greve foi decretada em São Paulo, Rio de Janeiro, Tocantins, Maranhão e na maioria dos estados do país. A estatal ainda não divulgou balanço sobre os impactos da greve, mas fala em "paralisação parcial". "O principal compromisso da direção dos Correios é conferir à sociedade uma empresa sustentável. Por isso, a estatal conta com os empregados no trabalho de recuperação financeira da empresa e no atendimento à população", informou em nota.
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Funcionários em assembleia (Divulgação/Findect)



