O presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, reafirmou nesta quinta-feira (7), no Rio de Janeiro, a predisposição da estatal de contribuir com a audiência pública, no âmbito da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com vistas a definir a periodicidade dos reajustes do preço da gasolina.
"A Petrobras vai aguardar o processo da consulta publica, que me parece ter dois pilares claros: liberdade e competição. Então, nós vamos aguardar com calma este processo e vamos contribuir para a consulta. Mas, só vamos tomar alguma decisão sobre a atuação comercial da Petrobras após as conclusões [da consulta]”, disse.
Liberdade e transparência
Ele lembrou que o processo conduzido pela agência reguladora está apenas no seu início e que a empresa "não sabe o final dele. O que me parece claro é que os pilares que o norteiam são de liberdade, transparência e competição".
Monteiro lembrou que a Petrobras hoje vem praticando reajuste diário, no caso da gasolina, dentro do padrão de atuação comercial e que, por isso mesmo, "a postura da companhia é de aguardar o resultado da consulta e apenas após o resultado, com a qual a gente vai contribuir, a gente vai tomar uma decisão, até porque a companhia não sabe o resultado da pesquisa".
No último dia 5, em nota, a Petrobras já havia informado a predisposição de colaborar com as discussões lideradas pela ANP.
"Um diálogo que permita a formação de preços, alinhada às condições de mercado e maior previsibilidade, como proposto pela ANP, pode resultar em maior competição, ao mesmo tempo em que mantém a liberdade para formação de preços da Petrobras e demais atores do setor de óleo e gás", disse a empresa.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Novo RG: Campo Grande tem 1 mil vagas diárias para emissão da identidade nacional

Congresso Nacional retoma trabalhos em fevereiro com 73 vetos de Lula na pauta

Gerente dos Correios é preso em flagrante por furto de mercadorias

Adriane Lopes corta 220 vagas do Instituto Mirim e reduz inclusão de adolescentes

Justiça de Paranaíba condena homem a 23 anos de prisão por estupro de vulnerável

Trabalho escravo e tráfico de pessoas fazem Justiça registrar alta histórica em 2025

TJMS revoga prisão de investigado por suposto estupro de vulnerável

Acusado de homicídio por espancamento em Campo Grande é condenado a 10 anos de prisão

TJ vê inconsistências em versões e absolve homem condenado por estupro em Ivinhema






