Desde abril a Prefeitura está com licitação aberta para empresas que pretendem atuar na manutenção das ruas de Campo Grande. De acordo com o secretário da Seintrha (Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação), Rudi Fiorese, o processo para escolha das empresas é demorado, e a previsão é de que até a metade deste mês, mais empreiteiras atuem na Capital. A administração municipal deve investir com ações como tapa – buracos, R$ 44 milhões.
“O processo está andando, inclusive na última quinta – feira (30) saiu no Diário Oficial de Campo Grande [Diogrande] a inabilitação de uma empresa que estava participando do processo de licitação. E agora na semana que vem deve ser publicado o valor das propostas de cada empresa”, explicou Fiorese.
“Nada estava parado, o que houve foi que o TCE [Tribunal de Contas do Estado] pediu à prefeitura fazer alguns ajustes no edital, isso na metade deste ano. Fizemos os ajustes e retomamos o processo”, acrescentou.
Ainda segundo o secretário, a fase de habilitação, que é analisar a documentação de cada empreiteira, é lenta, pois são 21 empresas participantes. Cinco empresas já foram inabilitadas por problemas em documentos, restam agora 16. Agora serão analisadas as propostas de preços de cada uma delas.
“Temos pressa em terminar o processo, pois estamos com apenas três equipes da prefeitura atuando no tapa - buracos, e com esse período de chuva esse número não dá conta. Então temos pressa em fechar o processo de licitatório”, disse Fiorese.
Conforme a Seintrha, são sete lotes para as sete regiões da cidade, e será contratada uma empresa para cada lote. “Tudo isso depende da melhor proposta, então que tiver o menor preço ganha o lote”, apontou o secretário de obras.
44 milhões de investimentos para sete regiões
Rudi Fiorese disse que a previsão para que o processo de licitação termine ainda no meio deste mês e as empresas comecem a atuar também nesse mesmo período. O contrato tem duração de um ano, além de atuar na manutenção das ruas as empreiteiras também farão a recuperação de pequenos trechos de vias e aplicação de micro-revestimento. A verba para os serviços com duração de um ano é de R$ 44 milhões.
“As atuais equipes atuam em vias com maior movimento em situação mais criticas, atuam mais nas emergências, tudo depende da situação de cada via”, comentou.
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