A negativa de acordo fez com que a greve nacional entrasse no 5° dia consecutivo; motoristas de aplicativo que também aderiram aos protestos afirmaram que vão continuar com a paralisação e trabalhando com revezamento de turno nos trechos das estradas do Estado.
O presidente da AMU (Associação de Aplicativos de Mobilidade Urbana), Wellington Dias, afirma que desde que foi avisado pelos colegas de trabalho aceitou as reivindicações não apenas da categoria, mas de toda sociedade comum brasileira. Durante entrevista ao Jornal de Domingo, Wellington estava fazendo compras para auxiliar no mantimento dos protestantes.
“Nós não saímos de lá [BR-163, em Campo Grande], estamos acompanhando o andamento e os caminhoneiros nos informaram que a informação que veio do governo não fez acordo, a gente faz o acompanhamento, senão tem acordo a gente continua apoiando. Os motoristas de aplicativo revezaram, junto aos caminhoneiros, nas frentes distribuidoras. Outros caminhoneiros estão vindo para cá também para manter as greves nas distribuidoras. A greve continua e estamos junto com os caminhoneiros fazendo suporte”, disse.
Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal) em Mato Grosso do Sul são 37 pontos federiais e 21 de rodovias estaduais interrompidos com bloqueios parciais nas pistas. Os trechos bloqueados acontecem em Maracaju, Sidrolândia, Miranda, Coxim, Rio Brilhante, Eldora e Naviraí. O único local que encerrou os protestos foi em Guia Lopes da Laguna.
Pela manhã o Governo Federal declarou a imprensa que haviam entrado em acordo com caminhoneiros para suspender a greve por, pelo menos, 15 dias. Porém, a Petrobrás informou que mantém 10% no valor do diesel nas refinarias por 30 dias. Neste período a gestão estudaria uma forma de redução, porém, segundo os caminhoneiros nenhuma acordo foi fechado.
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