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Operação Brabo fiscaliza fronteira de MS com a Bolívia para coibir crimes

29 março 2011 - 08h53
Desde domingo (27) a Operação Brabo (Brasil-Bolívia) está ocorrendo, simultaneamente, nas cidades fronteiriças de Corumbá, Puerto Quijarro e Puerto Suárez. O objetivo é reprimir crimes na região de fronteira, entre eles, tráfico de drogas, armas, pessoas e animais silvestres; descaminho e evasão de divisas. O trabalho de fiscalização está sendo desenvolvido em conjunto pela Força Nacional de Segurança e a Polícia Federal no Posto Esdras, da Receita Federal. A operação também acontece nas estradas vicinais usadas para o transporte de produtos ilícitos, no Aeroporto Internacional de Corumbá e nas águas do rio Paraguai. Ainda serão realizadas operações em conjunto com a Marinha e Exército brasileiros, em suas respectivas áreas de atuação. Na Bolívia, a ação também conta com a cooperação das forças locais coordenadas pela Força Especial de Luta Contra o Tráfico da Bolívia (Felcn). Segundo o delegado da Polícia Federal em Corumbá, Alexandre Nascimento, um dos coordenadores da operação, o efetivo local das organizações envolvidas receberam reforço e cerca de 150 pessoas estão trabalhando nas ações fiscalizatórias. Ainda conforme o delegado, as barreiras de fiscalização atuarão durante 24 horas e não há um prazo determinado para que a operação termine. Prorrogação Reforço - No último dia 16, a permanência da Força Nacional em Corumbá foi prorrogada, conforme o texto publicado no Diário Oficial da União. Assinado pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a decisão enquadrou-se nas diretrizes do Plano Nacional de Atuação nas Áreas de Fronteiras. A manutenção da Força Nacional por mais três meses foi justificada para garantir o êxito da Operação Sentinela realizada pela Polícia Federal em dez estados brasileiros para combater o tráfico de drogas, de armas, entradas de produtos ilícitos, saída irregular de riquezas e todo o tipo de crime praticado na linha fronteiriça. Segundo a portaria ministerial, se houver necessidade o prazo pode ser novamente prorrogado. Além de Mato Grosso do Sul, a Operação Sentinela é desenvolvida pela Polícia Federal nas fronteiras dos estados do Amapá, Pará, Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina. (Com informações do Diário Online) Fonte: CG News
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