Durante coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (22) o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, chorou ao se defender das acusações feitas contra ele na semana passada.
Durante delação premiada realizada no dia 4 de maio de 2017 e divulgada na última sexta-feira (19), um dos donos da JBS, Wesley Batista, citou Reinaldo Azambuja e revelou suposto esquema de corrupção.
Reinaldo destacou durante a coletiva que em Mato Grosso do Sul 1190 empresas receberam incentivos fiscais e que a denúncia feita por Wesley é embasada em uma planilha de Excel que não tem nada de substancial.
Ainda salientou que irá procurar órgãos para comprovar que não houve recebimento de propina. “Vou a todos os órgãos, Ministério Público, Assembleia Legislativa e instituições mostrar os documentos que temos”, disse. Nesta terça-feira (23) o governador destacou que irá se reunir com os 24 deputados estaduais na Assembleia Legislativa do Estado.
O governador também ressaltou o direito que todo cidadão tem de se defender de uma acusação e disse que a população não deve generalizar. “Não podemos falar que todos os políticos do Brasil são corruptos, que são desonestos, porque isso não e verdade”, disse.
“Não podemos deixar a versão do delator prevalecer”, disse destacando que há incoerências nas delações e que tudo será apurado nas instâncias legais e legitimas. Sobre o pedido de impeachment protocolado pelo vereador Vinicius Siqueira (DEM) nesta manhã na Assembleia Legislativa, Reinaldo foi categórico. “O vereador entrou como qualquer cidadão”, disse.
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