Começou nesta segunda-feira (9) o processo de retirada de todas as vidraças danificadas da fachada que cercam o Palácio do Planalto, destruídas após um grupo de terroristas invadir as sedes dos Três Poderes em Brasília neste domingo (8). Ainda não se tem data para a instalação das novas vidraças.
Além disso, os trabalhos já começaram também no Congresso Nacional, onde restauradores trabalham na reconstrução de obras destruídas. Apesar disso, não existe até o momento um levantamento exato de todos os materiais danificados e quanto custará a restauração das peças.
O chefe do Serviço de Preservação da Câmara dos Deputados, Gilcy Rodrigues Azevedo, afirmou ao portal de notícias Metrópoles que os serviços já começaram imediatamente para evitar que as obras fossem ainda mais danificadas.
“Foi realizado diagnóstico dos danos das obras e, após a limpeza do local, imediatamente iniciamos os tratamentos. Fizemos a higienização das obras que não sofreram danos e recolhemos para o laboratório de restauração as obras danificadas. Cada obra será tratada conforme sua especificidade. Não tem como prever tempo e custos agora, ainda temos algumas analises a fazer”, explicou.
Os servidores do Museu do Senado afirmaram que presentes de países para presidentes da República e parlamentares, como um vaso chinês, uma peça de cerâmica da Hungria, e um ovo de avestruz do Sudão, foram destruídos durante a invasão.
Além disso, os profissionais já contabilizaram 46 obras desaparecidas e sem paradeiro conhecido até o momento.
Uma das obras danificada pelos vândalos apoiadores do ex-presidente Bolsonaro foi o quadro “As Mulatas”, de Di Calvalcanti, avaliado em R$ 8 milhões de reais.
Outra obra destruída foi a escultura de bronze “O Flautista”, de Bruno Jorge, avaliada em R$ 250 mil, que foi encontrada aos pedaços, com partes espalhadas por todo o salão onde ela estava instalada.
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