O Ministério Público da Venezuela pediu à Justiça, nesta segunda-feira (2), a prisão de Edmundo González, de 75 anos, candidato que representou a coalizão opositora na eleição presidencial deste ano.
O mandato foi expedido após González ignorar, pela terceira vez, uma intimação da Justiça para que prestasse depoimento no contexto de uma investigação criminal aberta após a oposição declarar fraude no processo eleitoral que reelegeu Maduro como presidente do país.
Ex-diplomata, González concorreu após a líder da coalizão opositora, María Corina Machado, ser proibida de disputar a eleição, e foi intimado pela primeira vez em 23 de agosto. Na época, ele chegou a afirmar que o Ministério Público atua como um "acusador político", e que seria submetido a um processo "sem garantias de independência ou devido processo legal", e ignorou a intimação.
O Ministério Público venezuelano, no entanto, já havia informado que, caso houvesse nova ausência, seria considerado "risco de fuga e de obstrução", o que justificaria o mandato de prisão.
González é acusado de fraude de documentos, associação criminosa, conspiração, delitos informáticos e instigação à desobediência das leis.
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