Dois homens que foram condenados pela morte brutal de Wesner Moreira da Silva (17 anos), em 2017, ainda não foram presos, mesmo após terem seus recursos negados pela Justiça. Thiago Giovanni Demarco Sena, de 27 anos, e William Enrique Larrea, de 37 anos, receberam a pena de 12 anos de prisão em regime fechado pelo crime, mas seguem 'livres' em Campo Grande.
O caso chocou a cidade pela crueldade com que Wesner foi assassinado. Ele teve uma mangueira de ar-comprimido de um lava-jato introduzida no ânus, o que causou a ruptura de parte do seu intestino. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Thiago e William foram julgados e condenados pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Campo Grande, mas recorreram da decisão, alegando que o julgamento foi contrário às provas dos autos e que houve falhas na condução do processo. No entanto, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) manteve a sentença, entendendo que não houve nenhuma irregularidade que justificasse a anulação do júri.
O acórdão da 2ª Câmara Criminal que rejeitou o recurso dos condenados transitou em julgado em 05 de fevereiro deste ano, ou seja, não cabe mais nenhum recurso. Agora, o caso deve voltar para a 1ª Vara do Tribunal do Júri, para que o juiz responsável expeça o mandado de prisão contra os dois.
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Thiago (à esquerda) e Willian (à direita) são acusados de matar Wesner (ao centro) - (Fotos: Reprodução/Diário Digital)



