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Júri de Name e comparsas é suspenso e testemunhas são "cortadas" do julgamento

Ex-advogado da família de Jamilzinho foi o primeiro a dar depoimento nesta manhã

18 julho 2023 - 11h34Brenda Assis e Sarah Chaves    atualizado em 18/07/2023 às 11h48

Pelo menos três testemunhas de defesa dos acusados na ação penal da morte do estudante Matheus Coutinho Xavier, 20 anos, filho do ex-policial militar Paulo Xavier foram "cortadas" do julgamento no Tribunal do Júri nesta terça-feira (18) no Fórum da Capital.

Isso porque Jamil Name, o Jamilzinho desistiu de duas de suas testemunhas, Eliane Benitez Batalha, considerada peça chave na ação e Leonardo Fabrício. Apenas Silvano Gomes deu depoimento em juízo de forma rasa sem muitas informações. Logo depois o julgamento foi suspenso para esperar uma das testemunhas do caso, já que, pela desistência da defesa de Jamil, acabou adiantando as demais testemunhas.

Silvano começou a advogar pela família Name em 2003 e relatou que apenas trabalhava com o suporte jurídico e documentos, excluindo convivência ou participação em estratégias de crime, e ainda afirmou que nunca viu Jamil Name pai ou filho armadso até o fim dos seus serviços em 2017.

Marcelo Rios também desisitiu de Orlando de Oliveira de Araújo, apontado como chefe da milícia do Rio de Janeiro que está preso e deporia por videoconferência. Até o momento apenas Eliane Benitez Batalha está escalada para falar.

Ainda hoje deve ser ouvido Mário Cesar Velasques como testemunha de defesa de Vladenilson Olmedo que junto com Marcelo Rios teriam intermediado a contratação de assassinos de aluguel. Vagner Louro, cunhado de Vladenilson já foi ouvido.

O julgamento deve retornar após às 13h desta terça-feira após pausa para o almoço. O juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, reservou a semana inteira para o julgamento e não descarta a possibilidade de ter de avançar para o sábado, dia 21.

PX

Pai do estudante Matheus Coutinho Xavier, e principal alvo na execução que causou a morte do filho, Paulo Xavier (PX), alegou para a imprensa que a defesa dos três acusados estaria fazendo alegações e tentando desviar o foco do homicídio, citando outras pessoas fora do caso e operações policiais. "É um procedimento falho, porque eles não tem como justificar o que fizeram, estão jogando fumaça", falou.

Ainda hoje o delegado João Paulo Sartori, foi ouvido na acusação e relatou detalhes do caso que estava sob investigação da Delegacia de Homicídios e do Garras, conform relatado também pelos delegados Tiago Macedo dos Santos e Daniela Garcia.

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