O Partido Novo entrou com recurso administrativo contra a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que arquivou o pedido de investigação contra juízes auxiliares ligados ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O pedido ocorre após o CNJ rejeitar o pedido inicial da sigla, que solicitou a investigação após uma série de conversas e áudios serem vazados em uma matéria da Folha de S. Paulo, onde os juízes supostamente encomendaram relatórios do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) via WhatsApp.
No pedido, o partido aponta suspeita de condutas irregulares dos dois juízes auxiliares de Moraes no âmbito de inquéritos sobre fake news e os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
Para a sigla, as justificativas para o arquivamento não se sustentam, já que, aos olhos do partido, a troca de mensagens indica a existência de uma estratégia deliberada para dissimular a origem das ordens judiciais e criar relatórios sob encomenda para incriminar determinadas pessoas.
Agora, o caso aguarda uma nova análise por parte da Corregedoria Nacional de Justiça, que é presidida pelo ministro Luís Felipe Salomão.
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Reforma do muro da sede do MPMS em Campo Grande custará R$ 1,59 milhão

Juiz condena ex-vereadores e empresários por 'esquemão' que cassou Bernal

MPMS apura possível extração irregular de basalto em Deodápolis

Por assassinato a facadas no Lageado, homem é condenado a 8 anos de prisão

Ex-prefeito de Ladário é condenado e fica inelegível por abuso de poder

Após gasto de R$ 400 mil em campanha, Trutis tem contas aprovadas

MP investiga condições de atendimento obstétrico e neonatal no HU em Dourados

MP investiga 'profissional' por receitar óculos ilegalmente em Campo Grande

MP mira "farra das diárias" e exige freio nos gastos da Câmara de Anastácio
