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A Pandemia

14 dezembro 2020 - 08h56Alfredo Arruda

A própria palavra dá o exato significado da catástrofe: é antiga e já fez parte da história, em épocas negras para a humanidade. Hoje, tem projetos para até se tornar samba. Veio de maneira estranha, de um país estranho, misterioso. Não há no mundo outro país onde a liberdade individual seja mais restrita do que a China. É preciso licença para tudo. Eu disse estranho por não ter respostas para os acontecimentos que ocorrem por lá.

Esta pandemia nasceu por lá. Ninguém sabe bem como surgiu. Conquistou o mundo aos moldes dos Unos, arrasando tudo. Sacrificou muitos, adoeceu inúmeros e tornou o mundo uma torre de Babel. Ninguém entende ninguém. A economia, um dos baluartes da estrutura social, treme: uma desgraça!

As notícias estão aí, falsas, verdadeiras e inconsistentes. Virou um negócio com perspectivas inimagináveis: bilhões. Tão grande que magnatas que nunca se envolveram com saúde se tornaram mecenas. O mundo de hoje é um mundo nervoso, escandaloso. A imprensa que esta aí me dá razão.

Alguém poderia dizer como está a epidemia na China? Quantos morreram? Como tratam seus pacientes fantasmas? Como é que esse vírus, que nasceu lá, ficou restrito à região de origem. Como fizeram para não deixar a pandemia se expandir por lá? Devem ter algum segredo. E porque não nos contaram esse sucesso?

O Doria quer aparecer burlando as normas, usando justamente a vacina desse povo misterioso. Acredite quem quiser; eu vou seguir a ANVISA.

Poucas palavras sobre o nosso Mandeta. É um menino de ouro, filho de um homem que fez história em Campo Grande. Ainda jovem foi brilhante presidente da UNIMED;  fomos seus eleitores. Na estrada da vida entrou para a política e continuou: Secretário, Deputado, Ministro. Muitas vezes o ouvi na tribuna da câmara e no plenário, posicionando-se de modo a nos trazer orgulho. Fez amigos por lá, tornou - se respeitado no Parlamento. Chamou atenção do capitão que hoje preside o país. Os amigos, os admiradores, levaram-no ao Ministério. Foi brilhante, sua atuação e retórica encantaram o país. Ele dava competência ao governo, fortalecia o presidente e isso incomodou. O mesmo digo em relação ao Min istro Moro. O sistema Globo se assustou. Um governo com ministros desse porte é um governo forte e isso começou a minar o relacionamento no seio do governo. Produziu as crises e sacou os ministros fortes. Homens honrados e competentes. Ambos sacrificados pela ganância de um sistema de comunicação que se intitulou dono do país. O Mandeta sabe  onde estão seus amigos. Os mesmos que o levaram a ser ministro. Assim vejo a história.

Médico cardiologista e ex-secretário de Saúde, Dr Alfredo Arruda*

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