Para melhorar e agilizar o atendimento nos postos de saúde de Campo Grande, devido ao aumento de doenças respiratórias e viroses, a prefeita Adriane Lopes acionou o EMAC (Equipe Móvel de Ação em Crise) para ajudar com às demandas nas unidades de saúde.
A prefeita Adriane Lopes destacou que o empenho é para garantir que a saúde em Campo Grande seja tratada com seriedade. “Desde o abastecimento de remédios nos postos de saúde até o reforço na frota de veículos para logística, cada medida é pensada estrategicamente para oferecer um cuidado completo e humano aos nossos munícipes", disse a prefeita.
O plano de contingência elaborado junto a SESAU (Secretária Municipal de Saúde), inclui o reabastecimento imediato de medicamentos e insumos em todas as unidades de saúde, para que não haja interrupções no cuidado e no tratamento dos pacientes.
Nesta semana, com aumento para demandas de viroses e quadros respiratórios registrado nas UPAS e CRSs, a Prefeitura reorganizou o fluxo de atendimento e o reforço no quadro funcional nas unidades. Além disso, foi feito ainda o acionamento da EMAC, que é um grupo composto por profissionais lotados na Rede Municipal de Saúde que ficam de sobreaviso e são acionados pela Coordenadoria de Urgência da Sesau para fazer o reforço nas unidades, que estejam sobrecarregadas e, consequentemente, com maior tempo de espera por atendimento. O monitoramento das 10 portas de urgência e emergência é feito pela equipe técnica da coordenação com base nos dados analíticos e situacionais em relação ao fluxo de atendimento.
A Prefeitura publicou nesta semana no Diário Oficial três atas de registros de preços com pedidos de diversos medicamentos. Atualmente, o município encontra-se com 84% do estoque de medicamentos abastecido. Com a entrega dos itens por parte dos fornecedores, a previsão é de que ao menos 90% do estoque da Rede esteja regularizado nos próximos 15 dias.
Somente nos três primeiros meses deste ano, a Prefeitura de Campo Grande investiu aproximadamente R$ 8 milhões na compra de medicamentos para atendimento à população. Entre os medicamentos que serão regularizados, estão o anti-hipertensivos, como o Losartana e o Enalapril, e antibióticos, entre eles a Amoxicilina e Azitromicina.
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