A Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul está trancada e com direito a cadeado no portão sem que os agentes do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) possam entrar para dar cumprimento aos mandados judiciais, na manhã desta terça-feira (21), em Campo Grande.
O JD1 Notícias apurou que a sede deve ser um dos últimos lugares a serem 'vistoriados' pelas equipes, pois há outros alvos que neste momento interessam mais a investigação. Nesse meio, está o atual presidente Francisco Cezário de Oliveira, que é um dos alvos dos mandados.
A reportagem apurou que existem vários mandados de busca e apreensão e prisão sendo cumpridos em várias regiões da cidade. Um desses mandados é na casa de Cezário, que fica na região do bairro Taveirópolis.
As primeiras informações apontam que a investigação é contra a lavagem de dinheiro na entidade, que recebe aporte financeiro do Governo de Mato Grosso do Sul e também da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).
Cezário está cumprindo seu sétimo mandado como presidente da FFMS. A última eleição ficou marcada por conta de uma briga judicial.
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Agente do Gaeco espera a chegada de outras equipes para entrar na sede (Brenda Assis)



