O pai da criança de 2 anos e sete meses que morreu na UPA do Coronel Antonino com sinais de agressão física e suspeita de estupro, já havia registrado boletins de ocorrência, em março e em novembro por maus-tratos por parte da mãe e do padrasto da vítima.
A menina ao ser levada para o hospital, estava com vários hematomas pelo corpo, já havia ido ao hospital pelo menos 30 vezes, justamente por conta de agressões no passado.
Conforme a delegada da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), Anne Karine Sanches, o padrasto já tinha em sua ficha criminal uma ocorrência de violência doméstica, e a mãe da criança por maus-tratos. A mulher é vendedora e enquanto trabalhava, o marido desempregado ficava em casa com os filhos, ainda segundo as autoridades, o suspeito ameaçava a companheira e dizia que tomaria a criança dela.
O casal está junto há 1 ano e 4 meses e possuem um filho juntos, além disso, o homem também tem uma criança de 3 anos, fruto de outro relacionamento, e que irá passar por exames para investigar agressões e será ouvida em depoimento especial.
Ainda conforme a polícia, os boletins de ocorrência feito pelo pai da menina foram encaminhados ao Poder Judiciário e finalizados pela Polícia Civil, no entanto não havia nenhum mandato de prisão contra os autores.
O casal foi preso em flagrante e devem passar por audiência de custodia e prisão preventiva será decretada pela Justiça
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Delegada Anne Karine Sanches (Adriano Miguel/JD1)



