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Polícia

Presos na "Operação Cifra Negra" serão transferidos para penitenciária

Investigações apuram suposto esquema de corrupção que acontece há pelo menos oito anos na Câmara do município

08 dezembro 2018 - 11h15Da Redação com DouradosNews    atualizado em 08/12/2018 às 11h34

Três, dos dez presos na "Operação Cifra Negra", desencadeada na quarta-feira (5) em Dourados, que ainda estão no primeiro Distrito Policial, devem ser transferidos neste sábado (8) à  Penitenciária Estadual de Dourados (PED). Alexsandro Oliveira de Souza, Denis de Maia e Jailson Coutinho estão numa sala reservada à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB ), na delegacia. 

O trio passará por exame de corpo de delito e logo depois poderá ser encaminhado ao presídio. 

O Dourados News apurou há pouco com uma fonte no local que existe a possibilidade, por parte de um deles, de fechar acordo de delação premiada. O nome não foi divulgado. 

Alexsandro trabalhou por anos no gabinete de Idenor Machado (PSDB) – também preso na Operação - e na direção da Casa de Leis. Já Jailson e Denis seriam ligados a empresa ligada ao esquema, sediada em Campo Grande. 

Cifra Negra

A operação é resultado de investigações por parte da 16ª Promotoria de Justiça, envolvendo suposto esquema de corrupção que acontece há pelo menos oito anos na Câmara do município. 

Na quarta-feira foram presos os vereadores, Idenor Machado (PSDB), Pedro Pepa (DEM) e Cirilo Ramão (MDB), além do ex-vereador Dirceu Longhi (PT) e o ex-servidor da Casa, Amilton Salina por participação em fraudes de licitação, conforme denúncia do Ministério Público Estadual. 

Outras duas mulheres acabaram alvos dos mandados de prisão e estão em prisão domiciliar. Elas não tiveram os nomes divulgados.

Investigações 

Conforme o Ministério Público, em diversos processos licitatórios realizados dentro da Casa, empresas consideradas como ‘cartas marcadas’ se apresentavam e atuavam em conluio. 

Algumas delas, conforme o MPE, existiam apenas no papel para simular uma concorrência legal. 

“Sem a devida concorrência, os valores dos contratos oriundos destes processos se faziam exorbitantes”, diz trecho da nota. 

Propinas

Ainda de acordo com o Ministério Público Estadual, para garantir o esquema, essas empresas repassavam na época, valores aos vereadores a título de propina.

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