A motociclista Maria do Carmo Moreira Gomes, 42 anos, não chegou a ser prensada entre dois veículos antes de morrer, esclareceu a delegada plantonista da Cepol, Cintia Gomes. O acidente fatal, na verdade, foi um atropelamento.
Conforme as informações apuradas pelo JD1, a motociclista seguia pela Avenida Guaicurus quando parou no semáforo localizado no cruzamento com a Rua da Divisão, em Campo Grande.
Ao parar, a vítima foi atingida por um caminhão, derrubada e arrastada ao solo. Apenas posteriormente, o caminhão e um carro teriam colidido. Para chegar a essa dinâmica, as equipes da Perícia Técnica, junto com a delegada, precisaram realizar uma simulação.
A versão, apurada pelas autoridades, diverge do que foi falado inicialmente pelo condutor do veículo, onde ele alegou que a mulher ficou no ‘ponto cego’ entre o caminhão e um carro, onde foi prensada.
Diante da situação, o condutor foi levado para a DEPAC (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol, onde o caso foi registrado.
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