A equipe da Polícia Militar prendeu na noite do feriado de segunda-feira (26), Wanderson dos Santos Vieira, 25 anos, e Denivaldo Ferreira de Oliveira, 19 anos, por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo, que estava na residência que ambos compartilham na rua Catuaba no Jardim Colibri, em Campo Grande.
Durante o patrulhamento de rotina a PM se deparou com Wanderson que ao perceber a presença da viatura saiu correndo para dentro da residência na rua Catuaba. Com a aproximação da polícia no local foram avistados vários “saquinhos” azuis e pedras que foram atiradas pela janela da casa.
Diante da suspeita a polícia realizou a abordagem dentro do imóvel onde foi localizado um revólver e mais 11 munições de calibre distintos. Indagados sobre a origem e o destino do produto, Wanderson confessou que estava preparando “uma caixa”, em torno de 10 gramas de pasta base de cocaína e que iria distribuir a substancia entorpecente em diversos papelotes e seria comercializado.
O produto entorpecente foi encaminhado a Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico-DENAR.
O Suspeito ainda relatou que Denivaldo Ferreira, 19 anos, estava morando com o mesmo onde revezavam na venda dos entorpecentes. Diante dos fatos, foi dada voz de prisão aos autores e encaminhados a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), para as providências legais cabíveis.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Caminhoneiro suspeito de cometer assassinato em Itaquirai é preso pela PRF

Bebê espancado pelo próprio pai está fora de risco em Campo Grande

Mulher morre carbonizada durante incêndio em residência em Paranhos

Homem é socorrido em estado grave ao ser esfaqueado em Campo Grande

Homem morre horas após acidente de moto em Ponta Porã

Homem rasga medida protetiva e obriga ex a comer durante ameaça de morte no Los Angeles

Homem é morto a pauladas na Vila Piratininga

Batida entre carro e carreta deixa três mortos e dois feridos na BR-262, em Corumbá

Homem é preso suspeito de estuprar criança de 11 anos no Centro Oeste

Denivaldo e Wanderson se revezavam para comercializar a droga (Reprodução)



