O eleitorado que foi às urnas para escolher a próxima prefeita ou prefeito de Campo Grande poderia ter mudado cenário do 2° turno entre os três candidatos mais bem votados, conforme números da apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Dos 646.198 eleitores aptos a votarem, 481.399 mil foram às urnas no domingo (6), e apenas 444.980 tiveram votos válidos sendo que 36.419 votaram branco ou nulo.
Ao todo 19.451 (4,04%), anularam o voto e 16.968 (3,52%), votaram em branco, esses valores somados chegam a 7,56%.
A candidata mais votada, a prefeita Adriane Lopes (PP), teve 140.913 mil votos, 25.397 mil a mais que o terceiro colocado, o deputado federal, Beto Pereira (PSDB). Em porcentagem, vantagem da gestora foi de 5,71%. O valor é menor que os 7,56% brancos e nulos, e por consequência, menor que a diferença com Rose Modesto (União Brasil), segunda mais votada que estará no 2° turno.
Logo, os 36.419 brancos ou nulos, caso tivessem a preferência por Beto Pereira ou Rose Modesto, poderiam mudar atual cenário com duas mulheres no segundo turno.
Vale destacar que quadro é inédito em Campo Grande, pois o mais perto que a capital sul-mato-grossense já chegou de ter uma prefeita eleita, foi no segundo turno das eleições de 1992, onde Juvêncio César da Fonseca acabou levando a melhor contra Marilu Segatto Guimarães do PTB. E em 2016, quando Marquinhos Trad e Rose Modesto também foram a 2° turno, com a vitória do ex-prefeito.
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