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Política

Centenas de pessoas dão adeus ao ex-senador e ex- -prefeito Lúdio Coelho

23 março 2011 - 14h06
O corpo do ex-senador e ex-prefeito de Campo Grande, Lúdio Martins Coelho foi enterrado na manhã desta quarta-feira (23) no cemitério Parque das Primaveras. Centenas de pessoas, entre parentes, amigos e políticos de um dos mais renomados pecuarista sul-mato-grossense, acompanharam a cerimônia. “Não sei se por coincidência ou não ele [Lúdio] nasceu no primeiro dia da primavera e morreu no primeiro dia de outono, mês de colher frutos. E a trajetória de vida dele foi assim: render inúmeros frutos para a sociedade”, disse Edmar Neto, sobrinho do ex-prefeito. Lúdio Coelho nasceu no dia 22 de setembro de 1922, numa fazenda situada no município de Rio Brilhante. Lúdio Coelho iniciou sua carreira política na primeira metade da década de 1960, quando disputou o governo do então Mato Grosso. Embora favorito, ele perdera o confronto para o ex-governador Pedro Pedrossian. Já no início dos anos 70, ele era tido como um dos homens que mais tinha terra aqui em Mato Grosso do Sul. Além de fazendeiro, ele e os irmãos viraram dono de banco, o Financial, entre os anos 70 e 80. Esse banco foi negociado com o Bamerindus, hoje conhecido como HSBC. "As pessoas que não moravam no Estado vinham perguntar se ele tinha tanta terra assim, e comentavam que seu Lúdio não podia comprar mais. Mas isso era mais fama do que qualquer outra coisa", disse o ex-deputado federal Dagoberto Nogueira. Lúdio Coelho retomou a carreira política no em 1983, aos 61 anos idade, quando se tornara prefeitura de Campo Grande. O mandato expirou em 1985, mas quatro anos depois, ele se elegera prefeito pela segunda vez (1989-1992). Ele tentou governar o Estado mais uma vez nos anos 90, mas perdera a disputa para o ex-governador Marcelo Miranda. Elegeu-se depois como Senador da República, seu último mandato público. Ele deixou a política aos 80 anos idade, mas, ainda assim, atuando como presidente de honra do PSDB. Lúdio Coelho teve apenas um filho, Ludinho, que morreu aos 22 anos de idade. O rapaz foi sequestrado e morto em 1976. Hoje o nome de Ludinho batiza o Parque Itanhangá, em Campo Grande. Repousado sobre o féretro, o chapéu - marca que identificou Lúdio por toda uma vida - simbolizava hoje a trajetória bem-sucedida como pecuarista, administrador de empresas e político. Fonte: Midiamax
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