Duas pesquisas, realizadas por institutos conhecidos, publicaram nesta sexta-feira (21) trabalhos com números diferentes. A primeira, veio estampada no jornal Correio do Estado, que foi realizada pelo Instituto IPEMS, e abre a possibilidades de uma eleição apenas em primeiro turno, pois Azambuja tem 42,94%.
O cenário porém, é diferente em outro levantamento, esse feito pelo Instituto Ranking. Nele, Reinaldo também cresceu, foi de 30% para 32,50%, mas o cenário é de segundo turno, com Azambuja e mais um. Esse segundo nome estaria indefinido, pois Odilon Oliveira (PDT) aparece com 24,25% e Junior Mochi (MDB) tem 19,50% e. Em ambas Reinaldo cresceu, o que significa que vai se recuperando do impacto dos problemas jurídicos da ultima semana.
A diferença tanto nos números de Reinaldo Azambuja, quanto de Junior Mochi, acima da margem de erro, nas metodologias dos dois institutos quando comparados, impõem uma certa cautela , na leitura de ambas.O mesmo não vale para Odilon Oliveira. Ele não avançou em nenhuma das pesquisas, e já é ameaçado em uma delas.
Os percentuais atribuídos a Odilon, em ambos os estudos, estão próximos e dentro da margem de erro, o que significa que seu patamar é estável.
A pesquisa do IPEMS foi realizada no período de 16 a 20 de setembro, e entrevistou 1.500 eleitores, em 40 municípios. Ela foi registrada com o número MS 07532/2018 no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS), conforme dispõe a Resolução do TSE nº 23.549/2017/Eleições 2018 com margem de erro de 2,53%. O nível de confiança é de 95%.
A pesquisa realizada pelo Instituto Ranking foi realizada entre os dias 17 e 20 de setembro. Foram entrevistados 1.200 eleitores em 20 municípios de Mato Grosso do Sul. A consulta está registrada na Justiça Eleitoral com os números MS-04036/2018 e BR-08894/2018 e a margem de erro é de 2,83 pontos, para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa também é de 95%.


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Na pesquisa realizada pelo Instituto Ranking, Reinaldo aparece com 32,50%, na IPEMS com 42,94% (Reprodução/internet)



