O chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, anunciou que o governo retirou o sigilo de 100 anos imposto pela gestão de Jair Bolsonaro em relação a 565 registros de entrada na residência oficial do presidente, o Palácio da Alvorada.
A lista de movimentações se refere a pessoas que visitaram Michelle Bolsonaro no palácio entre 2021 e 2022, os dois últimos anos de mandato de seu marido.
De todos os nomes, o mais recorrente foi o de Nídia Limeira de Sá, diretora de Acessibilidade e Apoio a Pessoas com Deficiência do Ministério da Educação durante o governo Bolsonaro, que visitou a ex-primeira-dama 51 vezes nesse período de tempo.
A segunda pessoa com mais registros de visita é o pastor Claudir Machado, da Igreja Batista Atitude em Brasília, com 31 visitas, seguido da cabelereira Juliene Cunha, que visitou Michelle 24 vezes, e Cynara Boechat, estilista, que foi até o palácio 5 vezes.
Quebra de sigilo
Durante sua campanha, Lula prometeu que iria quebrar os sigilos de 100 anos impostos durante a gestão do governo Bolsonaro.
No dia 1º de janeiro de 2023, após tomar posse da presidência, Lula assinou decreto solicitando a revisão dos sigilos de Bolsonaro pela Controladoria-Geral da União (CGU).
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