O áudio da conversa entre o dono da JBS Joesley Batista e o presidente Michel Temer não foram submetidas a perícia rigorosa, segundo ofício da Procuradoria-Geral da República de abril deste ano.
Em documento oficial, a PGR reconhece que “não houve auxílio de equipamentos especializados na avaliação sobre a integridade dos áudios”. A gravação foi analisada de “forma preliminar”.
De acordo com o documento, a análise inicial foi feita para “verificar se os diálogos existentes nos áudios estão inelegíveis”. A PGR ainda afirma que se em análise superficial “os arquivos possuem ou não características iniciais de confiabilidade”.
O ofício conclui que a gravação é audível e apresentando sequência lógica. “O arquivo possui ruídos e a voz de um dos interlocutores apresenta-se com maior intensidade em relação à voz do segundo interlocutor, e em alguns momentos, tornam-se incompreensíveis sem a utilização de equipamentos especializados”.
Em análise feita solicitada pelo jornal Folha de São Paulo, peritos apontaram que as gravações teriam sofrido mais de 50 edições.
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