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Insatisfeita com a reforma Partidária, Simone diz que projeto é um retrocesso

A declaração da senadora foi publicada em uma postagem no twitter na manhã desta terça-feira

17 setembro 2019 - 13h59Mauro Silva, com informações da assessoria

A senadora, Simone Tebet (MDB-MS), classificou a reforma Partidária como sendo um retrocesso para o país. A declaração foi feita em um post publicado no twitter n a manhã desta terça-feira (17).

 “Nós somos 81 senadores, não é possível que não tenhamos 41 colegas enxergando que esse projeto, embora tenha um ou outro avanço, representa um retrocesso naquilo que nós estamos, a duras penas, tentando conquistar, que é a confiança da população brasileira”, protestou.  

“É um retrocesso em relação à transparência, à prestação de conta pública, à caixa preta que eram no passado os partidos políticos. Eu tenho que acreditar no bom senso dos meus colegas senadores”, acrescentou.

Para a senadora que também é presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o  fundo eleitoral nada mais é do que o dinheiro de imposto da população brasileira. Simone completa sua crítica ressaltando que este mesmo dinheiro é o que está faltando hoje nos serviços públicos que estão falidos.

“Então a preocupação é essa, como representantes do povo vão votar um projeto que vai permitir aumento de recursos para fundo de campanha, quando não temos sequer o básico da saúde, da educação, da segurança pública, da moradia, etc.”, questionou.

A senadora explicou que os líderes vão decidir na tarde desta terça-feira como será a tramitação do projeto. Houve críticas à pressa para a votação. Segundo Simone, há consenso no Senado de que propostas polêmicas devem passar, no mínimo, por uma comissão antes de ir a Plenário.

Ela disse que pode haver três caminhos para o projeto: 1. ele ser enviado direto ao Plenário; 2.entrar na pauta da CCJ de amanhã, ser votado e seguir para o Plenário no mesmo dia; 3. ou seguir o rito normal de tramitação, com indicação de relator, debate, audiências públicas e apresentação do relatório.

A senadora ainda afirmou que é possível aprovar e encaminhar para a sanção apenas os pontos de consenso, suprimindo do texto as polêmicas, para que as alterações aprovadas já possam valer para as eleições de 2020. Mudanças na legislação eleitoral devem ocorrer até um ano antes do pleito.

 

 

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