O vereador Tiago Vargas (PSD) esteve no centro de uma confusão durante sessão ordinária na Câmara Municipal de Campo Grande na tarde desta quinta-feira (14), que discutia investimentos no setor da cultura da Capital.
A sessão tinha como objetivo discutir e solicitar um aumento nos recursos investidos pela Prefeitura da Capital no setor. Romilda Pizani, Integrante do Fórum Municipal da Cultura, cobrou dos vereadores a publicação de editais e o pagamento de R$ 8 milhões em recursos para a cultura campo-grandense.
Em sua vez de falar, o vereador, portando uma carteira de trabalho nas mãos, disse aos manifestantes e representantes do setor da cultura que eles procurassem um emprego, citando as vagas existentes na Fundação Social do Trabalho (Funsat).
A provocação foi recebida com desagrado pelos manifestantes, o que resultou no presidente da Câmara, vereador Carlão (PSB), pediu calma aos presentes e a sessão continuou.
No entanto, as provocações do vereador continuaram, com ele fazendo gestos e mandando beijos aos manifestantes, o que resultou na confusão que levou a paralisação da sessão por cerca de 30 minutos.
Vargas foi retirado do plenário por seguranças da Câmara.
Em suas redes sociais, o vereador comentou sobre o caso, afirmando que “só foi mostrar uma carteira de trabalho que a galera do PT, quis me agredir”.
Logo após a confusão, pessoas ligadas à cultura campo-grandense apontaram para o fato da irmã do vereador ocupar cadeira na Secretaria Municipal de Cultura e Turismo da Capital, com um salário que ultrapassa os R$ 9 mil mensais.
Confira a fala do vereador que deu origem a toda a briga:
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