A ex-esposa do vereador de Deodápolis, Wanderley de Assis Batista Carvalho (MDB), conhecido como “Wan do Porto Vilma”, relatou nas redes sociais ter passado por episódios que descreve como “tortura psicológica”, atribuídos ao parlamentar, que cumpre seu primeiro mandato.
O desabafo, publicado nas redes sociais, também trata do fim de um relacionamento de 19 anos, no qual a mulher expõe que o então marido teria aproveitado viagens para cursos no Paraná, custeadas com diárias bancadas com dinheiro público, para cometer traição.

No relato, a mulher detalha que as situações vividas teriam refletido diretamente em sua saúde e na de suas filhas. Em um dos trechos, ela relata: “... Agosto veio a TORTURA psicológica, dizendo que a culpa era TODA minha, espalhou da minha ausência enquanto esposa, talvez se eu não tivesse que trabalhar igual uma condenada para pagar terreno, sustentar a casa e ainda patrocinar parte da campanha liberando meu carro, combustível etc, TALVEZ EU TIVESSE MAIS DISPOSIÇÃO. NÉ?!?
Então veio setembro e sua saída daqui. Emagreci 16 kg, minha filha mais velha 9 kg, fora as crises de comportamento...”.
(veja a íntegra aqui).
Vereador nega as alegações
"Wan do Porto Vilma" foi procurado pelo JD1 Notícias para comentar a exposição feita nas redes sociais. Em mensagens enviadas à reportagem, ele afirmou que “o que ela está falando são inverdades” e acrescentou que “ela está tentando a qualquer custo ferrar comigo”.
O parlamentar disse ainda: “Eu não gostaria do meu nome em nenhum tipo de matéria. Eu não gostaria do meu exposto dessa forma”. Segundo ele, as alegações feitas não possuem respaldo na realidade dos fatos nem na documentação oficial existente.
Wan destacou que todas as viagens realizadas ao estado do Paraná foram de caráter institucional, autorizadas conforme a legislação vigente, e relacionadas a compromissos oficiais, agendas públicas, reuniões técnicas e capacitações.
“Não houve qualquer desvio de finalidade, tampouco utilização de recursos públicos para fins pessoais ou privados”, afirmou.
O vereador complementou que toda a documentação e certificados dos cursos realizados estão arquivados no município e que “questões de ordem pessoal ou afetiva não se confundem com o exercício da função pública. Portanto, o exercício do cargo de vereador não se correlaciona com a vida pessoal e privada do nobre vereador”.
Por fim, reiterou seu compromisso com “a legalidade, a ética administrativa e a transparência no exercício da função pública” e reforçou novamente: “Eu não gostaria do meu nome em nenhum tipo de matéria”.
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Desabafo feito em rede social - (Arte: JD1 Notícias)


