O governador reeleito em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), afirmou durante entrevista ao programa O Povo na TV nesta segunda-feira (29), que vai apoiar as reformas que o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciou que vai fazer no Brasil.
Reinaldo considerou que “se as reformas estruturais necessárias não forem feitas, muito pouco o novo presidente vai conseguir fazer”. “A medida inicial é apoiar as reformas que o Bolsonaro vai encaminhar como, diminuição de ministérios, cortar cargos, acabar com as cabides de empregos que tem em Brasília, diminuir as empresas estatais”, pontuou.
Em Mato Grosso do Sul, Reinaldo afirmou que vai continuar e intensificar as políticas públicas. “Vou concluir os hospitais, continuar com a Caravana da Saúde, deixar a saúde mais próxima da população, ampliar as escolas de tempo integral e ser vigilante no desenvolvimento, sem ter irresponsabilidade fiscal”, disse.
A eleição polarizada de ontem foi um fato que repetiu o resultado das urnas em 2014, segundo o governador, que frisou que “vai governar para todos”. “Aqueles que não votaram em mim terão o mesmo apoio daqueles que votaram”, disse ao concluir que "o Brasil precisa ser unificado".
Deixe seu Comentário
Leia Também

Planalto reforça segurança antes da chegada de Nikolas Ferreira em Brasília

No Dia do Aposentado, Beto Pereira reforça debate sobre fraudes no INSS

Moraes determina retirada de bolsonaristas acampados na Papudinha e cita atos de 8 de janeiro

Vídeo: Trompetista ironiza caminhada de Nikolas Ferreira e vídeo viraliza nas redes

Vídeo: Prefeito de Ivinhema 'arrega' e rasga pedido de aumento do próprio salário para R$ 35 mil

Pré-candidato à presidência, Zema diz que foco é unir a direita no segundo turno

Governo Lula pode perder cerca de 20 ministros com candidaturas em 2026

Lula participará de encerramento do Encontro Nacional do MST na sexta

Salineiro diz que Câmara não pode se omitir diante da alta cobrança no IPTU


"Se as reformas não forem feitas, muito pouco no novo presidente vai conseguir fazer”, disse Reinaldo Azambuja em entrevista (Reprodução/ Internet)


