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Política

"Silêncio dos edredons" de vereador tem parecer de censura, mas vereador pode não escapar de cassaç

Parlamentar foi acusado de quebra de decoro parlamentar e autores podem recorrer se discordarem de decisão

06 outubro 2016 - 15h55da Redação

O vereador Roberto Durães (PSC) terá seu destino selado pela Comissão de Ética da Câmara Municipal no próximo dia 13 deste mês. Durães foi denunciado após falar que conhecia a mãe  do prefeito Alcides Bernal (PP) no “silêncio dos edredons”. Ele foi denunciado pela servidora pública comissionada e braço direito do prefeito, Marcia Scherer. 
O parecer que será lido no próximo dia 13 propõe a “censura escrita” conforme previsto no artigo 95 do Regimento Interno da Casa de  Leis, e é uma das  penalidades impostas em casa de quebra de decoro parlamentar. 
Segundo o regimento interno em seu parágrafo  2º rege que a “censura escrita será imposta pela Mesa Diretora, ao Vereador que usar, em discurso ou proposição, expressões atentatórias do decoro parlamentar”, que segundo o parecer foi o caso de Durães. 
Apesar disso, o relator da Comissão de Ética, vereador Herculano Borges (SD) o parecer será deliberado pelo plenário. “A votação deve ocorrer entre os membros, que podem optar por uma decisão unânime como votos isolados em relação ao parecer feito. Se alguém entrar com recurso ou outras pessoas entrarem com pedido de cassação contra ele o caso vai para plenário de novo, mas depois de quinta-feira”, explicou Borges. 
Durães afirma que errou, mas pediu perdão pelo que falhou. “Sou uma pessoa de bem, não tenho histórico de fazer erros, tenho um caráter de ser humano que não enrolo os outros. Ele me agrediu primeiro dizendo que  a Câmara só tinha mal caráter, e agora espero a compreensão do pares comigo”, afirmou. 
O parlamentar já recebeu censura escrita da direção do PSC. “O meu partido inclusive reconheceu que eu errei, mas que pedi desculpas”. 
O parlamentar atua com uma presença sempre “gritante” desde que assumiu no lugar de Thais Helena (PT) que teve mandato cassado por compra de votos. A última polêmica dele foi acusar os colegas de plenário de “comprarem votos para ganhar as eleições”. 

 

 

 

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